Concretudes

Pedra e Concreto

No recôndito de nossas memórias ficaram cravadas as alegrias

Porque não eram vazias, eram cheias de dor

Mas como num canteiro de flores abarrotadas pelos olhares humanos

Nossos desejos se dissolviam

Tudo era disperso, abraços fragmentados, excessos de realidade

E sonhos regenerados

Os apertos de mãos selavam a vaidade, nunca a amizade!

E alguma luz chegou com atraso, ensinando que debaixo das máscaras

Longe do palco e da plateia, há mais ilusão do que um dia supôs

Nossas verdades condicionadas

É tudo pedra e concreto nessas deformidades da calma.

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