Última chamada para o regresso

Posted: 19/08/2012 in A vespa poética

Quando eu morro no silêncio

Que pesa

O pesar ressentido

Espasmo ressequido

E vontade de voltar

No desenrolar da saudade tardia

Porque toda saudade

É sede

E cede na ausência

Na presença recria

Transpira

Inspira o vento

A buscar novo argumento

Transparente

De felicidade inadimplente.

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